
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

sábado, 5 de dezembro de 2009
E foi assim ...

Certas histórias acontecem de um jeito tão intenso que se imortalizam por si só... Sem que ser quer façamos força eu que desejássemos que se eternizassem...
Os momentos vividos passam a fazer parte não apenas da nossa memória, mas do nosso cotidiano...
É fechar os olhos, e sou quase capaz de reviver os momentos...
de sentir o cheiro...
o sabor dos beijos...
o clima do ambiente...
A noite de sábado que você me surpreendeu aparecendo quando eu jurava que nunca mais te veria, Você usava uma blusa branca e uma calça azul tipo esporte...
Os nossos dias de chuva lembra??
O nosso primeiro dia na chuva foi uma de verão, a gente viu a chuva chegando mas, a vontade de estar junto foi maior... O que nos restou foi um muro... é pra se esconder da chuva...
A segunda, foi uma chuvinha fina de inverno, na mesma praça por um pretexto de um mp4 com uma ou duas musicas que me interessavam...
Lembra dos sábados, em que eu fugia da missa?
Você me esperava em frente a igreja lembra, e ai a gente, no começo a gente ficava na cobertura de um bar encostado na mesa de bilhar... ou atrás do ônibus lembra?
As tardes que passamos juntos na pracinha, depois que você ia me buscar no colégio,
Vendo a tarde passar... e como passava voando...
O tempo passou e coisas aconteceram e por um tempo nos mantivemos longe um do outro o que nos permitiu novas experiências...
Mas foi um fim doce... se não fosse um fim teria sido perfeito.
E depois de alguns meses, por obra do acaso destino ou sei lá... Nos encontramos de novo, mal acreditei quando você me pediu pra esperar e disse que precisava conversar...Eh... Nem precisaram muitas palavras pra que você voltasse ao palco da minha história...
E voltamos aos bons momentos...
Lembra daquela vez em que a gente estava em frente a uma garagem escura e entre beijos e algumas poucas conversas você me disse o seguinte “ Você tem algum compromisso? Não? Agora tem... Comigo!!!!”...
Lembra quando você ligou tanto em casa atrás de mim que você conseguiu o telefone da minha tia?? E eu fiquei desesperada tentando descobrir como você havia descoberto o telefone dela???
Será que eu tinha entendido???
Por um tempo eu achei que sim... mas logo eu me dei conta que seria bom de mais...
E foram mais três meses...
Até que tudo acabou de novo...
E esse sim foi um ponto final triste... muito por sinal...
E foram mais 5 meses sem nos falarmos...
Ai, em uma noite em que eu já me preparava para dormir, meu telefone toca e quando eu atendo... era você do outro lado da linha.
Dizendo um monte de bobagens, que eu acreditei é claro, e me fazendo ouvir tudo o que eu queria Principalmente àquela música “ Quando chega o entardecer, é impossível não lembrar de você, Dos momentos que juntos passamos ao sol, num temporal você estava tão bem ao meu lado...”
e depois de tudo um encontro...
Que ao contrário do que todos podem estar pensando deu tudo errado...
E ai mais alguns meses sem nos falarmos.
E depois desses meses...
Mais alguns dias e noites inteiras de conversas que hoje, são muito, muito engraçadas...
Alguns dias que nos renderam alguns encontros, outros beijos...
Outros encontros nos, ou melhor, me renderam algumas decepções...
Tudo isso se fez tão imortal que mesmo quando, pela primeira vez depois de você, eu amei outro alguém, quando você aparecia o coração ainda palpitava, o ar ainda falhava as pernas ainda tremiam...
E ainda existem recaídas, mesmo quando ela era totalmente proibida e absolutamente digna de críticas... Mesmo assim e mesmo sabendo que não era eu quem você queria ali... mesmo assim elas aconteceram...
Pra falar a verdade eu ainda não sei se são somente lembranças que eu tenho de você porque mesmo agora que eu sei, que você me evita, mesmo com a nossa amizade acima de tudo. Mesmo assim, eu ainda duvido de mim mesma...
Você se auto imortalizou dentro de mim... e eu realmente não sei se isso é bom ... Nem se pode um dia ter sido...
Hoje você me coloca em cheque com meus próprios sentimento disfarçados de lembranças.
sábado, 14 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
Poema de amor primeiro

"Ainda que me fosse dito que amar não vale a pena.
Ainda que me mostrassem a dupla face do sentimento.
Mesmo que me forçassem a deixar de te amar.
Muito isso os custaria, pois de nada ao meu amor serei fraco
E de muito menos a ele serei infiel, ao dar-te juras de eternidade.
A ele serei cega se o preciso for, e por ele enfrentarei as adagas se me pedires
Por mais que pessa o mundo, que duvide de sua simplicidade, por ele serei fiel.
Ainda que as trevas invadam teu ser, e por ela resolvas seguir
Ao teu lado ainda ei de ficar,
para dar-te colo quando a treva passar
Ainda que resolvas que não te mereço, serei ainda mais fiel ao teu
amor
Pois a razão nunca impreou soberana sobre o coração
Mesmo que os deuses me oferaçam a eternidade, não a ceitaria sem que tu
estivesse ao meu lado para dar-me sentido à ela.
O caminho que o que escolhi passa junto ao seu
A história que venho a escrever o tem como primeiro personagem
E ainda que nela não existisse.
Daria eu um jeito de encaixar-te nela, tão bem quanto encaixo-me eu entre teus
braços e pernas.
Mesmo que o destino me pedisse a vida, preferiria eu a morte que deixar de amar-te.
Deixaria eu qualquer relíquia para ao teu lado ficar.
Abandoria qualquer paraiso se preciso fosse,
Mesmo porque o paraiso não é perfeito faltando um pedaço.
Ainda que me pusesse a prova da paixão que lhe tenho.
Forte eu o seria para que Teu esse amor continuasse sendo.
Pois nenhum desejo me tenta mais que o desejo de ter-te eternamente.
Ainda que me doa alma se te perderes por responsabiliade minha, não cansarei
em flagelar-me para seu perdão merecer,
E se acaso não conseguires, ei de eu mesmo dar-me cabo da vida,
Para que não convivas com seu desprezo.
Se a dor de não ter-te me arrebataria a alma, a dor de perde-te me arrancaria
o ultimo fio de vida, pois ela sem teu cheiro, tua cor, de nada me serve
Se não para matar-me cada dia mais de dor.
Por isso Amor meu, dou-te de todo meu amor para que como disse o poeta
Que não seja eterno, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto
dure.
E Se acaso o infito possa te ser menor, me avises aos poucos como se fizesse-me
carinho, va dizendo divagarinho como se fosses me contar um segredo para que não
me doas tanto, e para que eu me mate aos poucos e me acostume com a morte que há de chegar no
instante em que por mim seu amor acabar."
quinta-feira, 28 de maio de 2009

Que diabos está havendo aqui dentro?
E quantos foram eles... Como latejavam na memória...
Porém com o passar dos dias, meu coração aquietou-se
Uma paz absoluta encheu meu peito, dissipando todo medo
Que se multiplicava dentro de mim... Eu quando dei por mim,
Pude ver que o que há aqui dentro é uma paz coberta de certeza recheada de carinho e um amor inexplicável.
Um amor que só faz crescer dentro de mim
Que a cada sorriso, cada carinho, cada gesto de afeto
Se mostra um gigante no meu peito pronto pra sair
E mostrar ao mundo como é magnânimo
O sentimento que cativas em mim...